O que estou realmente fazendo para mudar?

Mais importante do que seguir tendências, muitas vezes sem saber muito bem a que se destinam ou porque foram criadas, é efetivamente entender, estudar, saber seu lugar de fala, ouvir (mas ouvir mesmo), não ser arrogante achando que porque leu um post já sabe tudo sobre algo que existe há anos. Não resolvemos problemas históricos e estruturais sendo rasos ou nos apropriando indevidamente daquilo que não compreendemos. Pergunte-se: o que eu REALMENTE estou fazendo, dentro do meu microcosmo, para não contribuir com isso? Como eu me comporto, no dia a dia, diante do racismo e diante de uma pessoa negra? Sou condescendente? Sou paternalista? Sou “bonzinho”? Sou solidário até a página 10, porque não consigo suportar ou entender de verdade a realidade do outro? Todo dia se pergunte e todo dia seja sincero e busque a mudança que fará alguma mínima diferença. Se vidas importam e para que não deixemos privilégios intrínsecos nos cegarem, vamos estudar, ler, entender e MUDAR. Menos “trends”, mais “truth”. Eu tenho mil perguntas sem respostas e me questiono sobre meu próprio comportamento e a consequência de meus privilégios. E você?

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